ES - Tres Escravos

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Este livro TRÊS ESCRAVOS, da coleção TRÊS POR TRÊS, com textos adaptados e de autoria de Lourenço Cazarré, situa o enredo no específico momento do transporte dos cativos em navios negreiros. TAMANGO, de Prosper Mérimée, BENITO CERENO, de Herman Melville e OS FILHOS DO DESERTO COMBATEM NA SOLIDÃO, de Lourenço Cazarré, apresentam líderes valorosos, Tamango, Babo e Kandimba, respectivamente de cada história, que se apossam dos navios negreiros e lideram a rebelião dos cativos.
Sobre os autores(as)

Cazarré, Lourenço

Nada é mais difícil, para um escritor, do que tentar escrever uma autobiografia, mesmo que resumida.
A inclinação natural para a mentira e para o exagero dos contadores de histórias é algo que só se aprofunda com o passar do tempo.
Eu, por exemplo, me sinto inclinado a dizer que nasci na Rússia, no século XIX, e que fui amigo de três sujeitos: o conde Leão Tolstói, o doutor Antônio Tchecov e aquele cara esquisito que tinha um sobrenome ainda mais estranho: Gogol.
Mas dizem que nasci em Pelotas, em 1953. Não garanto. Nada lembro do meu parto. Mas me recordo de ter passado a infância em Bagé. Guardo a lembrança de uma ladeira, de um arroio de águas geladas e de um vento que assobiava nos meus ouvidos. Aos dez anos, voltei para Pelotas. Fui morar com meus avós paternos. O velho Leovegildo, policial militar reformado, vivia contando causos dos tempos em que fora cabo columbófilo (encarregado de treinar os pombos-correios que naquela época eram usados na comunicação entre os quartéis da Brigada Militar). Dele herdei a inclinação à lorota.
Cursei o ginásio na Escola Técnica Federal de Pelotas. Em 1968, formei-me rádio-técnico com a nota mínima porque, no final do curso, quase não consegui montar uma galena (rádio primitivo construído com meia dúzia de peças). Em 1975, formei-me em jornalismo, arranjei um emprego numa empresa de comunicação e passei a ganhar um salário para fazer algo que, com prazer, eu faria de graça: ler e escrever.
Desde 1985 escrevo livros para jovens. Na verdade, escrevo livros que talvez fossem apreciados por aquele garoto que fui aos doze, treze anos, o garoto que devorou impiedosamente todos os livros da seção infantil da Biblioteca Pública de Pelotas. Tento escrever histórias movimentadas, às vezes divertidas, às vezes tristes, que segurem a atenção volátil dos jovens leitores. Ou seja, tento desesperadamente fugir da chatice.
Bem, pra encerrar, como não sou de ferro, faço meu comercial. Nadando Contra a Morte (Formato Editorial), uma das minhas novelas para jovens, recebeu o Prêmio Jabuti, em 1998. Em 2002, recebi o Prêmio Açorianos, da Prefeitura de Porto Alegre, pelo melhor livro de contos – Ilhados (Saraiva) – publicado no Rio Grande

Ikê, Edson

Sou o Edson Ikê, artista gráfico e músico. Sempre me encantei com os sons e, ouvindo jazz, me encontrei e nunca mais parei de estudar. Somo artes visuais e sonoras. No Conde Favela Sexteto, toco trompete, o que já me rendeu uma aparição no filme Elis, cinebiografia da cantora Elis Regina. Tive o prazer de ilustrar a potente história de Elza Soares, e o clima de samba e jazz sempre embalaram meus desenhos, traços e sonoridades.
ISBN 9788557692312
Autores Cazarré, Lourenço (Autor) ; Ikê, Edson (Ilustrador)
Editora Atual
Idioma Português
Edição 1
Ano de edição 2019
Acabamento Brochura
Dimensões 22,40 X 15,20
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