A Mulher Abandonada Seguido De Coronel Chabert

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O coronel Chabert e A mulher abandonada, ambos publicados em 1832, são uma perfeita porta de entrada para A comédia humana, a grandiosa obra de Honoré de Balzac (1799-1850). Em A mulher abandonada, a marquesa de Beauséant amarga uma desilusão amorosa no interior da França, quando conhece um jovem barão. O encontro dá início a um ardente e tumultuado romance, de desfecho surpreendente.

Já O coronel Chabert utiliza o mote do homem considerado morto que volta para tentar viver sua vida novamente. O coronel – um dos preferidos de Napoleão – é tido novamente como morto após a batalha de Eylau, em 1807. Por uma ironia do acaso ele é salvo, mas todos estão conformados com a sua morte; a começar por sua mulher, uma ex-cortesã que, sendo "viúva", já se casou com um conde e ainda por cima recebe o soldo do "morto". Balzac mais uma vez parece dizer que tudo e todos, paixões e famílias, se constroem e se destroem na insana busca por "ouro e prazer".
Sobre o autor(a)

Balzac, Honoré De

Honoré de Balzac (Tours, 20 de maio de 1799 — Paris, 18 de agosto de 1850) foi um prolífico escritor francês, notável por suas agudas observações psicológicas. É considerado o fundador do Realismo na literatura moderna.[1][2] Sua magnum opus, A Comédia Humana, consiste de 95 romances, novelas e contos que procuram retratar todos os níveis da sociedade francesa da época, em particular a florescente burguesia após a queda de Napoleão Bonaparte em 1815.

Entre seus romances mais famosos, destacam-se A Mulher de Trinta Anos (1831-32), Eugènie Grandet (1833), O Pai Goriot (1834), O Lírio do Vale (1835), As Ilusões Perdidas (1839), A Prima Bette (1846) e O Primo Pons (1847). Desde Le Dernier Chouan (1829), que depois se transformaria em Les Chouans (1829, na tradução brasileira A Bretanha), Balzac denunciou ou abordou os problemas do dinheiro, da usura, da hipocrisia familiar, da constituição dos verdadeiros poderes na França liberal burguesa e, ainda que o meio operário não apareça diretamente em suas obras, discorreu sobre fenômenos sociais a partir da pintura dos ambientes rurais, como em Os Camponeses, de 1844.[1] Além de romances, escreveu também "estudos filosóficos" (como A Procura do Absoluto, 1834) e estudos analíticos (como a Fisiologia do Casamento, que causou escândalo ao ser publicado em 1829).

Balzac tinha uma enorme capacidade de trabalho, usada sobretudo para cobrir as dívidas que acumulava.[1] De certo modo, as suas despesas foram a razão pela qual, desde 1832 até sua morte, se dedicou incansavelmente à literatura. Sua extensa obra influenciou nomes como Proust, Zola, Dickens, Dostoiévski, Flaubert, Henry James, Machado de Assis, Castelo Branco e Ítalo Calvino, e é constantemente adaptada para o cinema. Participante da vida mundana parisiense, teve vários relacionamentos, entre eles um célebre caso amoroso, desde 1832, com a polaca Ewelina Hanska, com quem veio a se casar pouco antes de morrer.
ISBN 9786556663104
Autor(a) Balzac, Honoré De (Autor)
Editora L&pm
Coleção/Serie L&pm Pocket
Idioma Português
Edição 1
Ano de edição 2008
Páginas 128
Acabamento Brochura
Dimensões 17,80 X 10,70

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